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 Instalação Nunca Mais Acaba, 2008.E.M.
Nota de Abertura
 
O Boletim Digital que agora partilhamos tem como principal objetivo dar a conhecer o trabalho realizado, desde o início do ano letivo, no âmbito do Programa Cultural de Agrupamento Vertical de Almeida Garrett. 
Nesta primeira edição, apresentamos, ainda que de um modo sumário, os princípios do referido Programa e as iniciativas que lhe «dão forma». Mobilizam-se alguns dos trabalhos desenvolvidos com as crianças e os jovens, docentes, entidades parceiras (Fundações, Instituições culturais, Associações, entre outras), em várias áreas. SEREMOS SEMPRE NÓS E OS OUTROS PARA DAR LUGAR ÀS IDEIAS…
Iniciado no ano letivo 2017/ 2018, o Programa Cultural constitui-se um instrumento de política educativa que assume a escola como um todo, investindo no seu desenvolvimento as dimensões da educação em geral e da educação artística, em particular. 
Parte do pressuposto de que as artes são áreas do conhecimento com igual estatuto face aos demais saberes presentes no currículo, apostando numa lógica transdisciplinar na qual os cruzamentos entre saberes assumem especial relevância.  
A sua concretização baseia-se num plano que assenta na complementaridade entre vários eixos de intervenção, destacando-se: i) a formação de docentes em diferentes domínios das artes (Artes Visuais, Música, Dança, Teatro, Cinema, Fotografia, Curadoria, entre outras) destinada aos docentes do Agrupamento de todos os grupos disciplinares, afirmando a importância dos cruzamentos disciplinares; II) articulação entre o Agrupamento e diferentes instituições (sociais, culturais e artísticas), de modo a desenvolver parcerias, em que cada uma das instituições conjugue objetivos, estratégias e processos de trabalho. Destaca-se, neste âmbito, a Fundação Aga Khan, que desde o início apoia o trabalhado desenvolvido.  
Ao longo destes três anos, a comunidade educativa teve oportunidade de vivenciar, em maior ou menor grau, diferentes iniciativas, mas não podemos deixar de salientar aquela que levou um grupo de professores até Istambul, fruto da formação em Curadoria, que teve como elemento estruturante a leitura da obra «O MUSEU DA INOCÊNCIA» de ORHAM PAMUK.
 
Convidamos agora a conhecer outras iniciativas …
Museu Portátil concebido pela docente Natália Machado.
AS ARTES NO CURRÍCULO: ENCONTROS, QUESTIONAMENTOS E POSSIBIL[IDADES] 

Depois de alguns meses de interrupção, voltámos aos nossos  "Encontros”.
Os trabalhos que já tínhamos feito nas sessões de formação e com as crianças ficaram registados no "Diário de Bordo". Em setembro retomámos. Ainda bem que tínhamos optado por fazer um “Diário de Bordo”. Ajudou-nos a reavivar memórias.
Continuámos o nosso percurso de formação: saboreámos os sentidos da música, da dança, do teatro ainda com o tempo quente de fim de verão. Já em pleno outono viajámos por entre os mundos de “Um Museu Portátil”. Fomos às suas origens, encantando os nossos olhares pelos “Cabinet de Curiosité” e pelas” Boîte en valise” de Duchamp. Falámos da “Estética da Acumulação” e da “Estética da Reunião”, passando pelos motivos e abordagens surrealistas e pelas ruturas que a arte trouxe e continua a trazer ao mundo. Por isso é que chegámos à conclusão de que a Arte não reproduz o real, a arte interroga-O. 
E foi com estas perspetivas que partimos para a elaboração do nosso “Museu Portátil”, que podem observar nas imagens. Só por falta de espaço não colocaremos tantos outros que fizemos para vos dizer: Como Tudo pode ser Outra Coisa. 
Museu Portátil concebido pelo docente Jorge Prata.
Sessão de Dança, setembro de 2020 |  Sessão de Teatro, outubro de 2020
PRÓXIMAS FORMAÇÕES

AS ARTES NO CURRÍCULO
Artes Visuais, Educação Tecnológica e restantes grupos disciplinares
NOVO (2.º e 3.º Ciclos).

A(S) ESTÉTICA(S) E A(S) TÉCNICA(S) DO DOCUMENTÁRIO | jan.; 
NOVO

CURADORIA PARA A INFÂNCIA I  jan. ou março 
Parceria com o Museu de Etnologia e Fundação Aga Khan.
Foto original: E.M.
PARCERIA ENTRE O MUSEU NACIONAL DE ARQUEOLOGIA E O AGRUPAMENTO

A parceria entre o Museu Nacional de Arqueologia (MNA) e o Agrupamento Vertical de Almeida Garrett (AVAG) insere-se no eixo orientador do Programa Cultural – Articulação dos estabelecimentos de ensino e as Instituições Culturais. Traduz-se em dinâmicas de trabalho sistemático e intencional, com vista ao aprofundamento das relações do binómio escola-museu, constituindo-se também como um ponto de partida para o cruzamento entre várias áreas do saber.
Foto original : E.M.
Durante este ano letivo, já contámos com a vinda à escola de dois elementos do MNA. Em conversa com as turmas do 5.º ano, no tempo dedicado ao Complemento de Educação Artística (CEA), falaram dos "Objetos e dos seus trajetos: Do Paleolítico aos nossos dias", temática que tem tido continuidade em diferentes cruzamentos disciplinares, cujos trabalhos serão expostos na escola brevemente e  no final do ano letivo, no Museu. Está já agendada para janeiro uma visita de todos os alunos do 5.º ano ao MNA, para verem in loco os originais das peças trazidas à escola na "Maleta Pedagógica" pelo Mário Antas e pela Maria José Albuquerque. Falta-nos apenas convidar os pais, que de certeza nos quererão acompanhar numa tarde de fim de semana.
"Variações de um fio". Foto de Carlos Fazenda, 2001.
RADIO[GRAFIASIGUAIS

O projeto RADIO[GRAFIAS] IGUAIS é uma parceria entre a Associação Cultural Dança em Diálogos e o Agrupamento Vertical de Almeida Garrett. Resulta do apoio do Programa PARTIS & Art for Change da Fundação Calouste Gulbenkian e a Fundação "La Caixa". 

Integra-se no Programa Cultural do Agrupamento, iniciado em 2018. O projeto será desenvolvido na EB1/JI do Alto do Moinho, embora as outras duas escolas estejam envolvidas em iniciativas idênticas, destacando as Residências Artísticas nas áreas de Dança, Música, Teatro e Artes Visuais. 
Sublinha a «igualdade do indivíduo na sua diferença cultural», centrando-se, sobretudo, no desenvolvimento do trabalho artístico que incluiu as crianças e as famílias de etnia cigana e os demais grupos sociais presentes no Agrupamento, cujo lema é a «Inclusão sem guetização».   
Tem um enfoque multidisciplinar, sendo a dança a área estruturante, da qual emergem a Matéria (corpo) e os MO(VI)MENTOS que se geram a partir dele. Estes dois conceitos (corpo e movimento) serão transversalmente trabalhados nas áreas do Teatro, do Documentário e das Artes Plásticas, salientando-se a confluência entre os saberes presentes nas várias áreas. Pretende-se que as práticas artísticas do projeto espelhem o encontro das crianças com três experiências basilares no processo de desenvolvimento artístico: a experiência criativa (criação de trabalhos/obras), a experiência interpretativa (exposição de trabalhos/obras) e a experiência espetadora (observação de trabalhos/obras). 
Com estas práticas artísticas sublinha-se a importância de todas as crianças experienciarem os conhecimentos artísticos, normalmente não aprendidos na escola, o que as coloca a TODAS em igualdade de circunstâncias.  
O projeto assume ainda o pressuposto de «unir territórios», «deslocalizando» as crianças e famílias para lugares que ainda não conhecem ou vivenciaram, levando-as a observar outras realidades, encaminhando-as, no futuro, para a consciencialização do «poder» pelo saber.

Em termos práticos, serão desenvolvidas sessões de Dança, Teatro, Documentário, Artes Visuais, na escola; atividades com as famílias em diferentes contextos: bairro, instituições culturais, entre outos espaços; apresentação dos processos de trabalhos das crianças e das famílias em vários formatos: espetáculos, conferências, debates, entre outros. 
   
 São entidades parceiras desta iniciativa: 
  • Santa Casa da Misericórdia da Amadora; 
  • Associação de Pais do Alto do Moinho e da Escola Básica 2,3 de Almeida Garrett;  
  • Escola Superior de Educação de Lisboa; 
  • Cinemateca Portuguesa. 
 Conta ainda com uma Comissão Científica constituída por:  
  • Álvaro Laborinho Lúcio – Juiz Jubilado do Supremo Tribunal de Justiça- Especialista em Direitos da Criança e Cultura; 
  • Alexandra Marques – Diretora de Educação da Fundação Aga Khan - Especialista em Educação e Desenvolvimento; 
  • Manuel Vilas Boas – Especialista em Património Cultural / Jornalista TSF;
  • Miguel Falcão - Professor de Teatro na Escola Superior de Educação de Lisboa – Especialista em Teatro e Educação. 
Deixamos a ligação da Associação Dança em Diálogos, que pode ficar a conhecer em https://ddialogos.com/
II Simpósio de Educação "Mudanças Societais, Transformações Educacionais - Um Diálogo em Construção", no Agrupamento Vertical de Almeida Garrett, organizado pela Fundação Aga Khan
SIMPÓSIO DE EDUCAÇÃO DA FUNDAÇÃO AGA KHAN

Foi nos dias 17 e 18 de novembro que os alunos da turma do 9.ºE tiveram oportunidade de participar, a convite da Fundação Aga Khan, no Simpósio “Mudanças societais, transformações educacionais. Um diálogo em construção”.   
O convite chegou e a escola mobilizou-se rapidamente em torno desta iniciativa, para proporcionar aos alunos as melhores condições de participação. 
Foi com muito empenho, interesse e entusiasmo que os alunos estiveram dois dias a refletir e a partilhar as suas ideias, quer no plano físico, quer no plano digital, sobre o desenvolvimento das aprendizagens, os compromissos que cada um deve assumir neste processo e os desafios de liderança que se colocam também a cada um, dentro das organizações escolares. 
“SENTIR NA PELE” foi o mote para refletirem sobre os seus caminhos e sobre o modo como cada um se vê e perceciona o que os outros veem dele. E é por isso que destacaram a união e a solidariedade como elementos fundamentais, quer na escola, quer na vida. Não se esqueceram da importância da Relação, da Confiança, da Responsabilidade e do Companheirismo, que devem estar presentes em qualquer aprendizagem para que esta se considere partilhada. Compromisso foi uma das ideias-chave para a discussão sobre a liderança e sobre as características que deverá ter um “bom líder”. Muitas foram referidas, mas aquela que nos marcou a todos foi, sem dúvida, uma ideia partilhada pelo grupo: “Um bom líder” é, em primeiro lugar, "líder de si mesmo”.  
A participação dos alunos neste Simpósio só foi possível devido ao envolvimento da Direção do Agrupamento, que criou as condições para a sua realização, e ao grande empenho e dedicação da Diretora de Turma do 9.ºE, professora Patrícia Ferreira.
Agradece-se ainda a Zara Merali, da Fundação Aga khan, Alberto Machado, Prof. Francisco Magro e António Limpo pela disponibilidade que tiveram em garantir que esta iniciativa constituísse orgulho para TODOS.
Foto original : António Limpo.
A participação dos alunos da turma do 9.º E, que souberam estar à altura deste compromisso, com Responsabilidade, Interajuda e Companheirismo, merece um elogio especial.
Parabéns a Todos
Foto original : António Limpo.
Foto original : António Limpo.
Still frame  do documentário "NEM + NEM -", de Cláudia Alves.

E vamos continuar a refletir sobre as nossas experiências e, quem sabe, SENTIR NA PELE, desta vez, outros OLHARES. É por isso que não devemos desistir….
 
Eis a boa notícia para nós todos e, especialmente, para a turma do 9.ºE: VAMOS TER OPORTUNIDADE de, uma vez por semana, debater e refletir sobre o que nos inquieta, sobre TUDO vamos fazer muitas PERGUNTAS. 

A partir de janeiro, teremos “PERGUNTÁRIO”.
Afinal, o que é o “PERGUNTÁRIO”? 

 Deixemos esta pergunta para a próxima Edição. 

Foto de Priscila Pereira, 9ºA, Escola EB 2/3 de Almeida Garrett.
O «MOMENTO CERTO» 
A Fotografia — As Realidade(S) e a(s) Expressividade(S) 
16 setembro – 11 novembro 2020

No âmbito do Curso de Formação de fotografia, «MOMENTO CERTO - A Fotografia, a(s) Realidade(s) e a(s) Expressividade(s) »,  está patente, desde 16 de setembro,  na Escola EB 2,3 Almeida Garrett  a exposição, «O MOMENTO CERTO», numa parceria entre a  Fundação Aga Khan e o Agrupamento Vertical de Almeida Garrett.
 
Foram mobilizados vários contextos, nos quais foi possível fruir, analisar, captar e interpretar circunstâncias reais que se centraram nas temáticas: ruralidade versus urbanidade; natureza, a velhice, a morte e a vida, entre outros.     
 
Neste processo foram construídas narrativas transdisciplinares, dividias em onze séries: ENTRE O VERDE E O AMARELO; AO LONGE;  SILÊNCIO(S); DEAMBULAÇÕES; UMA BOA RAZÃO; AO PERTO; FORMAS DE VER(DE); SOMBRE(ANDO); INFINITOS e MUDANÇAS.
 
É a partir delas que se dá a ver, nesta exposição, um trabalho colaborativo realizado pelos professores, crianças e jovens, conjugando as realidades das artes, das ciências e das tecnologias
 
É agora «O MOMENTO CERTO».
"Deambulações"  - Turmas do 9º ano. Foto (geral) de António Limpo
Olhar de uma outra forma e partilhar entre nós as diferentes formas de ver, ampliar ideias, ver o que não víamos mesmo perto de nós, como se a visibilidade dos dias fosse invisível aos nossos sentidos. Aprender o real, experimentando-o e dando-lhe outros significados, num trabalho de partilha e de interajuda entre Todos. O convívio, o entusiasmo, a alegria foram muitos dos nossos «momentos certos». 
  
 É ISSO…
Sentimo-nos entusiasmados, satisfeitos,  envolvidos, empenhados.  Sou capaz, disseram. 
Fizemos amizades e tivemos liberdade de escolha. 
Finalmente estamos numa aula em que se pode tirar fotografias e pegar no telemóvel. 
 
Entre o VERDE E O AMARELO sentimos o(s) Silêncio(s) de uma certa  quietude, mas bem sabemos que na natureza fervilham movimentos, ecoam os sons e pairam incertezas, que AO LONGE deixam ver tanto mar e outra mancha amarela. Mesmo que capturada entre as paredes de um túnel, não se deixa aprisionar: espalha-se como quer, por entre o mar e o céu. As minúsculas figuras, talvez, à procura de INFINITOS de luz desenhados  por entre as nuvens pesadas-prateadas, brancas- azuladas e as pontes que se abrem para FORMAS DE VER(DE). Mostram-nos numa linha branca caminhos de contentamento, mas também de melancolia e de inquietação. Pensar incomoda como andar à chuva, diz-nos Fernando Pessoa. As janelas abrem-se e fecham-se na cidade. Nas nossas DEAMBULAÇÕES avistamos, sorrimos, pensamos, sonhamos. É preciso deambular para pensar no que somos e vemos e encontrar UMA BOA RAZÃO. Pode ser feita de tantos mundos e de múltiplos sabores. Todos gostamos de estar cá, é a nossa Escola aqui bem AO PERTO, onde corre um silêncio pela erva fora misturado com o bulício dos dias  que, por vezes,  nos trazem a intempestividade das ideias e a vontade de MUDANÇA.
Carolina Pinto , 4.º ano,  EB/JI da Quinta Grande  |  Beatriz, 9º ano,  Escola EB 2/3 de Almeida Garrett
É «O Momento Certo» para a viagem que vai deixando algumas vistas para trás. À medida que o percurso avança já espreitam outras imagens. Ecoam sons pelos campos povoados de flores e de árvores de ramos esguios… SOMBRE(ANDO) os trajetos que despontam e nos despertam. 
 
Nunca haveremos de contentarmo-nos de contentes!   

Participaram neste trabalho os docentes: Adélia Morais | Ana Coelho | Fátima Ramalho | Graça Gerardo | Iolanda Carvalho | Isabel Caetano | José Costa Brás | Lourdes Couto | Nádia Vasco | Nuno Nunes | Rita Ubaldo | Rita Zanatti  | Susana Castanheira | Tomás Patrocínio.

E os alunos / turmas:
1.º Ciclo | 4.ºA | 3.ºB | EB/JI | Quinta Grande
2.º Ciclo | 5.ºC | 5.ºD | 5.ºF | 6.ºD | 6.ºF |
3.º Ciclo | 8.ºB | 8.ºE | 9.ºA | 9.ºC | 

Por Elvira Zannatti…

Já há muito que se fala da importância de uma forte inclusão das Humanidades e das Artes em todas as áreas de formação de crianças e jovens, promovendo-se uma gradativa integração cultural e artística nas Escolas. 
Lord Menhuin (2007), personalidade de referência na área da cultura, foi um dos grandes defensores da Arte como ponto de partida para os diferentes e transversais mundos da aprendizagem.
E Portugal AVANÇA neste sentido pouco … mas BEM!!

Aqui está uma notícia de última hora, retirada do sítio Internet do Instituto Superior Técnico, que poderá esclarecer os mais “céticos” sobre os cruzamentos entre as Ciências, as Artes e as Tecnologias”. Transcreve-se, então: O Instituto Superior Técnico está a mudar o paradigma de ensino a partir do ano letivo 2021/2022, respondendo aos novos contextos profissionais emergentes e seguindo as melhores referências internacionais de educação em engenhariaO novo modelo de ensino e práticas pedagógicas do Técnico passará a incluir, entre outros: (…) Formação em Humanidades, Artes e Ciências Sociais (HACS) […]. (in mepp.tecnico.ulisboa.pt)


ARTES PLÁSTICAS

Esculturas Infinitas
, Fundação Calouste Gulbenkian, 25 nov. 2020 – 25 jan. 2021 | 10:00 – 18:00 | Encerra à Terça-feira 

TEATRO

Ricardo III
Teatro da Trindade Inatel, 26 novembro a 27 de dezembro de 2020 | 21:00 | De quarta-feira a domingo

DANÇA

Primeira Vez ( Companhia Nacional de Bailado )
Teatro Camões, 2,3,4,9,10,11,16,17,18 de dezembro | Quartas, quintas e sextas-feiras

MÚSICA

“Aqui está-se sossegado”, Mário Laginha e Camané,
 Recreios da Amadora | 11 de Dezembro | 21:30
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FICHA TÉCNICA

Conceção - António Limpo e Elisa Marques
Design Gráfico - António Limpo
Textos - Elisa Marques
Revisão de Conteúdos - Clara Santos
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