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CEsA apresenta cinco candidaturas de projectos à FCT

O CEsA apresentou cinco candidaturas à Fundação para a Ciência e Tecnologia, em diversas áreas relacionadas com Estudos Africanos e Desenvolvimento. Na área das migrações, foram apresentados dois projectos que procurarão analisar o impacto dos fluxos migratórios em contextos rurais em Cabo Verde, Guiné-Bissau e Moçambique e ainda a diáspora cabo-verdiana e as suas transformações socioculturais e políticas, coordenados respectivamente pelas Prof. Sónia Frias e Iolanda Évora. Também na área da cultura foi apresentado um projecto sobre narrativas escritas e visuais da nação pós-colonial, coordenado pela Prof. Ana Mafalda Leite. Na área da economia, foi apresentado o projecto "REVI: Investimento Directo Reversivo Generalizado - de África para a Europa", sob coordenação científica do Prof. Carlos Barros (CEsA e UECE). Já o projecto “Os cenários prospetivos de longo prazo: a Cooperação Internacional Portuguesa para o Desenvolvimento em 2025” visa traçar cenários de futuro na Cooperação Portuguesa para o Desenvolvimento, coordenado pelo Prof. Carlos Sangreman. Por fim, o CEsA é ainda instituição participante num projecto, apresentado pelo Instituto Superior Técnico, que procurará definir uma função de bem-estar nas cidades com património mundial como suporte de políticas públicas, tendo como estudo de caso a Cidade Velha de Cabo Verde, a Ilha de Moçambique e a cidade de Bolama na Guiné-Bissau, sob coordenação científica do Prof. Manuel Correia Guedes e com a participação do investigador do CEsA Prof. Carlos Sangreman. Ler mais... 


Financiamento FCT: Centros de investigação contra extinção da área de Estudos Africanos

Nas últimas semanas os três centros de investigação na área de Estudos Africanos – CEsA/ISEG, CEA/ISCTE e CEAUP – e a Fundação para a Ciência e Tecnologia têm trocado correspondência sobre a extinção da área de Estudos Africanos das linhas de financiamento da instituição. Numa primeira carta enviada ao presidente da FCT, Prof. Doutor Miguel Seabra, (ler aqui) os três centros signatários referem que esta alteração põe em causa a investigação realizada em Estudos Africanos, não só o futuro das três unidades de investigação mas, sobretudo, a continuidade do trabalho de todos os investigadores portugueses nelas integrados ou elegíveis por outros centros de pesquisa (CES, ICS, ISCSP, IICT). Em resposta à missiva, a FCT considera que, após o período de financiamento de oito anos (2004 a 2012) ao painel de Estudos Africanos, a “massa crítica existente já pode participar em financiamentos competitivos sem painéis exclusivamente dedicados” (ler carta aqui). Os centros já reagiram, reiterando a sua preocupação pelo processo que presidiu à atribuição de domínios e áreas científicas que não consideram a especificidade das diferentes vertentes, englobadas pelos Estudos Africanos e dos Estudos de Desenvolvimento e pedindo uma reunião com a FCT (ler aqui).


Seminários CEsA 2012

Continua a decorrer a edição de 2012 dos Seminários CEsA, dedicados à reflexão sobre o Desenvolvimento e a Cooperação Internacional. Até 31 de Maio,os Seminários CEsA 2012 mobilizarão um total de 12 investigadores convidados de diferentes áreas temáticas e geográficas - de Portugal, Brasil, Alemanha e Inglaterra. Consulte o programa completo clicando aqui e as comunicações apresentadas aqui


Banco Mundial lança Indicadores de Desenvolvimento 2012

O Banco Mundial lançou recentemente o relatório com os Indicadores de Desenvolvimento 2012, que compila dados de 2010 e 2011 de diversos indicadores. Na sua 16.ª edição, a publicação está organizada em seis grandes temas: visão mundial, população, ambiente, economia, Estados e mercados e ligações mundiais. Trata-se de uma ferramenta útil para estudantes, decisores políticos, economistas e público em geral. Ler relatório…


Quais os países mais preparados para a mudança?

O Índice da Capacidade de Adaptação à Mudança (em inglês: “Change Readiness Index”) classifica os países pela sua prontidão e gestão da mudança, respondendo a questões como: os líderes políticos são capazes de responder rapidamente a choques globais, como crises alimentares, financeiras ou de recursos naturais? Consultam regularmente o sector privado e a sociedade civil? O novo índice, elaborado pelo Overseas Development Institute (ODI) em parceria com a KPMG, coloca o Chile, Taiwan e Malásia no top 10 dos países em desenvolvimento mais preparados para a mudança, enquanto Zimbabué, Etiópia e Moçambique ocupam os últimos lugares da tabela. Consulte aqui o mapa.

newsletter #7

CEsA - Centro de Estudos sobre África e do Desenvolvimento do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG) da Universidade Técnica de Lisboa investiga questões teóricas e aplicadas ao desenvolvimento político, económico e social a nível global e em particular nos países de língua portuguesa. Faz parte da Rede de Unidades de Investigação e Desenvolvimento financiadas pela FCT - Fundação para a Ciência e a Tecnologia.

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