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Fundação Francisco Manuel dos Santos
n° 118 | 26 de Novembro de 2013
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Nascer em Portugal já não é o que era. Alguns dados sobre fecundidade e família.  PORDATA e Portal de Opinião Pública
Maternidade adiada
De 1990 até 2004, era entre as mulheres dos 25 aos 29 anos que nasciam mais
bebés. Essa realidade alterou-se a partir de 2005:
é entre os 30 e os 34 anos que ocorrem mais nascimentos, por cada mil mulheres.
taxa de fecundidade por grupo etário
Também a idade média das mães quando têm o primeiro filho passou dos 25 (em 1960) para os 30 anos (2012).
Para além deste adiamento, os níveis de fecundidade materna são,
também eles, cada vez mais baixos.
De uma forma simplificada, em média, as mulheres em idade fértil têm 1,3 filhos.
Esse número, há cerca de 30 anos, já foi superior a 2.
índice sintético de fecundidade
Como se define família?
Actualmente pode-se dizer que quase um em cada dois nascimentos acontece
sem que os pais estejam casados. Há 30 anos essa proporção era de um para
dez. Mesmo assim ainda domina a co-habitação dos pais.
Mas, embora seja uma minoria, o peso dos bebés que nascem
num lar com apenas um dos pais está a aumentar:
actualmente representa 13% do total quando, em 1995, representava 4%. agregados domésticos privados monoparentais
Por outro lado, 16% das crianças que nascem já têm irmãos fruto de uma união anterior de pelo menos um dos pais. Em 1995, este número não chegava aos 7%.
nascimentos de pais com filhos anteriores não comuns
Quanto à nacionalidade, em 1995, 2% dos bebés nascidos tinham mãe estrangeira. No entanto, em 2012, esse número é cinco vezes superior (10%).
De notar que a população estrangeira representa apenas 4% dos residentes em Portugal.
filhos e felicidade
No que toca a percepções, para a maioria dos portugueses um filho continua a
ser importante para a felicidade no casamento.
Por outro lado se, em 1990, 93% dos portugueses consideravam que um filho só poderia ser feliz num lar com a mãe e o pai, passados quase 20 anos, apenas 58% mantém essa opinião.
No que toca a percepções, para a maioria dos portugueses um filho continua a
ser importante para a felicidade no casamento.
uma criança só pode ser feliz se crescer num lar com um pai e uma mãe?
Olhando para a participação da mulher no mercado de trabalho, os portugueses
tendem em média a concordar com a percepção de que as crianças sofrem
quando as mães trabalham fora de casa. No entanto, de há 20 anos para cá,
identifica-se uma tendência decrescente desta noção.
Nascer em Portugal já não é o que era. Nunca houve tão poucas crianças como actualmente. este contexto, importa saber o que esperam os portugueses da paternidade e maternidade. Inquérito realizado pelO Instituto Nacional de statística em parceria com a Fundação Francisco Manuel dos Santos.
27 Nov - Divulgação dos dados do Inquérito à Fecundidade
 
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